Contexto
Minha mãe leciona há mais de quinze anos. A presença dela online era um perfil de Instagram e indicações no boca a boca. Faltava um lugar próprio — endereço fixo, voz dela, sem o ruído da rede social.
A pergunta inicial era simples: o que um site precisa fazer para uma professora que já tem alunos? Não era captar leads frios. Era dar densidade ao trabalho que já existe. Confirmar para quem chega via indicação que o cuidado é real.
A restrição: orçamento zero, prazo curto, e a responsabilidade extra de fazer bem feito porque a cliente é minha mãe.
Abordagem
Tratei como se fosse um cliente externo. Briefing escrito, escopo definido, decisões registradas.
A stack veio da intenção, não do hábito. Next.js 16 com App Router pelo controle de performance. Tailwind para iterar rápido sem perder consistência. Framer Motion para microanimações que respeitam quem chega pelo celular. Supabase para o que precisava persistir. Resend para o formulário de contato. Vitest porque mesmo um site de uma página merece teste no caminho crítico.
Três decisões valeram a discussão:
- Tipografia editorial, não corporativa. O trabalho dela é humano. A tipografia precisava carregar isso.
- Sem carrossel de depoimentos. Indicações já chegam por outras vias. Forçar prova social na home seria barulho.
- Formulário curto. Nome, email, mensagem. Três campos. Tudo que precisa.
Resultado
No ar em profelizandrabarbosa.com.br.
Métricas medidas:
- Tempo do briefing ao no ar: 3 semanas.
- LCP em 4G: TBD após auditoria Lighthouse em produção.
- CLS: TBD após auditoria.
- Bundle JS da home: TBD após build de produção.
A métrica que importa mais não está no Lighthouse: ela usa o site como cartão de visita oficial agora. Quando alguém pergunta sobre o trabalho, ela manda o link.
Próximo
Se você tem um problema parecido — presença online que precisa fazer jus ao trabalho que já existe — vale uma conversa.